O Vídeo GoFast: A Perseguição em Alta Velocidade na Costa Atlântica
Aqui no Casos Ufológicos, já exploramos o famoso encontro do Tic Tac na costa da Califórnia (o vídeo FLIR1). Mas a presença desses objetos anômalos não se restringe ao Oceano Pacífico. Em 2015, do outro lado do continente norte-americano, na Costa Atlântica, pilotos de caça da Marinha dos EUA vivenciaram outra série de encontros perturbadores que resultaram em gravações históricas.
Durante operações de treinamento e patrulha do grupo de ataque do porta-aviões USS Theodore Roosevelt, os sistemas avançados das aeronaves depararam-se com alvos que operavam fora das leis normais da aerodinâmica. O clímax dessa série de detecções é o que hoje chamamos de incidente GoFast.
O Rastreio do Sensor ATFLIR
A gravação foi feita por uma das aeronaves mais formidáveis do arsenal americano. Durante o voo, o sensor ATFLIR (Advanced Targeting Forward Looking Infrared) de um caça Super Hornet do USS Theodore Roosevelt conseguiu rastrear um objeto extremamente veloz voando rente ao oceano.
O vídeo, que dura cerca de 34 segundos na sua versão divulgada, mostra a tela monocromática do visor do piloto e a telemetria do sistema de mira. O que se ouve no áudio é a pura emoção tática. O operador de sistemas de armas da aeronave tenta repetidamente realizar o "lock" (o travamento da mira do radar e do infravermelho) no objeto que se desloca a uma velocidade espantosa logo acima da água. Quando finalmente consegue fixar o alvo na tela, ele exclama com entusiasmo para o piloto, evidenciando o quão difícil e anômalo era capturar aquele objeto em movimento.
Um Objeto Desafiando a Aerodinâmica
A velocidade de deslocamento sobre as ondas frias do Atlântico não foi o único fator que chamou a atenção da inteligência militar. O verdadeiro enigma reside na física e no design do que estava sendo gravado.
Na tela de infravermelho e nas análises visuais, o objeto capturado pelo vídeo apresenta-se como um corpo sólido, de formato ovalado ou esférico, totalmente desprovido da anatomia que esperamos de um veículo voador. Ele foi registrado sem quaisquer superfícies de voo aparentes, o que significa que não possuía asas, estabilizadores, rotores ou cauda.
Além da ausência de asas, o objeto não exibia nenhum rastro de exaustão térmica (como a pluma de calor deixada por jatos ou foguetes convencionais), mantendo uma temperatura ambiente ou mais fria do que o oceano ao fundo. Como um veículo pode cruzar os céus em alta velocidade sem gerar empuxo térmico e sem depender de sustentação aerodinâmica tradicional? Essa é a grande questão que o vídeo levanta.
A Desclassificação e Confirmação do Pentágono
Assim como ocorreu com o caso Nimitz, o vídeo GoFast vazou inicialmente para o público através da To The Stars Academy of Arts & Science em 2017, juntamente com relatórios publicados no The New York Times. Durante anos, a sua origem e autenticidade foram ferozmente debatidas em fóruns e programas de televisão.
A confirmação definitiva veio no ano de 2020, num marco divisor de águas para a ufologia moderna. O registro em questão faz parte do famoso trio de vídeos (conhecido como GIMBAL, GOFAST e FLIR1) que foi oficialmente confirmado como autêntico pelo Departamento de Defesa dos EUA.
Ao liberar formalmente essas imagens, o Pentágono removeu o estigma de "fraude" ou "montagem" e validou o fato de que os seus pilotos de elite encontram rotineiramente Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAPs) nos espaços aéreos de treinamento.
Conclusão: Uma Nova Era de Investigação
O vídeo GoFast é uma peça curta, mas vital, do quebra-cabeça ufológico moderno. Ele atesta, através dos sensores de mira mais precisos já construídos, a existência de artefatos velozes que operam impunemente nos nossos oceanos. Ao lado de GIMBAL e FLIR1, o GOFAST forçou o Congresso americano a exigir novos protocolos de segurança e iniciou uma corrida global pela transparência. O que quer que sejam esses objetos, eles não estão escondidos na ficção científica; estão cruzando os nossos mares a velocidades hipersônicas, e agora, temos os vídeos do próprio governo para provar.
Fontes e Referências para Estudo
Para manter o rigor científico e documental de nossa pesquisa ufológica, a base técnica deste artigo está fundamentada nos registros originais desclassificados pelas forças armadas americanas:
1. A Tríade de Desclassificação Oficial do DoD:
A fonte primária que atesta o avistamento feito pelos pilotos do USS Theodore Roosevelt e as características anômalas da aeronave é o Vídeo GOFAST desclassificado (DoD, 2020). O vídeo original com as informações de telemetria completas pode ser acessado através dos arquivos abertos do Pentágono relativos à Força Tarefa de Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAPTF).