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Disco de Reconhecimento

O "pires voador" arquetípico: corpo lenticular com cúpula de observação superior e anel de luzes alternadas no bordo. É a silhueta que fundou a era moderna do fenômeno — o formato descrito por Kenneth Arnold em 1947, quando o termo "disco voador" nasceu de uma manchete, e o mesmo perfil das célebres fotos da Ilha da Trindade (1958), tomadas diante de dezenas de testemunhas do navio-escola Almirante Saldanha e catalogadas no nosso globo.

Nos relatos clássicos dos anos 1950-60, a classe aparece associada a pousos e contatos de curta distância: marcas de queimadura no solo, interferência em motores de veículos e a característica oscilação de "folha caindo" durante a descida. A hipótese recorrente na literatura para o anel rotativo é a de um campo eletromagnético gerado na cúpula — nunca demonstrada, mas coerente com os relatos de falhas elétricas nas proximidades. É, até hoje, o tipo com maior acervo fotográfico da casuística mundial, e também o mais imitado por fraudes — o que exige critério redobrado na análise de cada registro.

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Modos: 1 modelo · comparar 2 · todos em escala real, com referência humana de 1,75 m. Arraste para orbitar · role para aproximar. Carrega somente quando ativado (economia de dados).

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