Fuselagem cilíndrica colossal, com anéis estruturais e fileiras de luzes laterais — a "nave-mãe" da literatura ufológica. O relato definidor da classe é o do [voo JAL 1628 (Alasca, 1986)](/casos/caso-voo-jal-1628-alaska-1986/): o comandante Kenju Terauchi descreveu um objeto "do dobro do tamanho de um porta-aviões" acompanhando seu Boeing 747 cargueiro por dezenas de minutos, com confirmação parcial de radar civil e militar — caso que gerou investigação formal da FAA.
O padrão operacional descrito é o de plataforma transportadora: liberar e recolher objetos menores, comportamento que aparece desde a misteriosa onda de "airships" que varreu os EUA em 1896-97, meio século antes da era dos discos. Charutos aparecem ainda em registros navais e em relatos de grandes altitudes, quase sempre associados a dimensões que desafiam a engenharia estrutural humana. Pela raridade de registros visuais nítidos, a classe permanece sustentada principalmente por testemunhos de tripulações técnicas — pilotos e radaristas — o que lhe dá um perfil probatório peculiar: poucas imagens, testemunhas de alta credibilidade.
Hangar 3D & Comparador de Naves
Modos: 1 modelo · comparar 2 · todos em escala real, com referência humana de 1,75 m. Arraste para orbitar · role para aproximar. Carrega somente quando ativado (economia de dados).
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