Avistamentos de Foo Fighters
Setembro de 1941 (Oceano Índico): Dois marinheiros a bordo do SS Pułaski, um navio mercante polonês que transportava tropas britânicas, relataram ter visto um "globo estranho brilhando com luz esverdeada, com cerca de metade do tamanho da lua cheia". Eles alertaram um oficial britânico, e juntos acompanharam os movimentos do objeto por mais de uma hora.
Dezembro de 1942 (Norte da França): O piloto neozelandês Bryan Lumsden, do Esquadrão Nº 3 da Divisão de Voo Noturno, foi seguido por duas luzes âmbar ou laranja durante uma missão de intrusão. O fato de uma luz estar voando mais alta que a outra ajudou a descartar a possibilidade de serem luzes de navegação nas pontas das asas de outra aeronave. As luzes o perseguiram até o Canal da Mancha. Na noite seguinte, outro piloto da mesma unidade relatou um fenômeno semelhante, mas com uma luz verde (a história foi publicada posteriormente no jornal Christchurch Star-Sun em 1955).
13 de outubro de 1944 (Hungria): Durante um ataque noturno a Székesfehérvár, uma tripulação da RAF (Esquadrão Nº 178, baseado na Itália) relatou luzes seguindo sua aeronave. Um bombardeiro B-24 Liberator, pilotado pelo oficial Taylor, foi acompanhado por uma luz vermelha intermitente por vários minutos. O esquadrão já vinha registrando casos semelhantes desde abril daquele ano, relatando os fenômenos continuamente até o final da guerra em 1945.
Europa Ocidental (Bélgica/Holanda): Charles R. Bastien, da Oitava Força Aérea dos EUA, relatou um dos primeiros encontros nessa região. Ele descreveu os objetos como "dois faróis de nevoeiro voando em alta velocidade que podiam mudar de direção rapidamente". Durante o debriefing da missão, seu oficial de inteligência confirmou que dois caças noturnos da RAF haviam relatado exatamente a mesma coisa, fato que mais tarde ganhou as páginas dos jornais britânicos.
Pacífico Sul (Pós-Guerra e Anos 60): Duane Adams, piloto de carreira da Força Aérea dos EUA, relatou duas ocorrências noturnas em que uma luz brilhante acompanhou sua aeronave por cerca de meia hora antes de subir rapidamente aos céus. Ambos os incidentes ocorreram sobre o Pacífico Sul e foram confirmados por toda a tripulação. O primeiro aconteceu logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, em um bombardeiro B-25; o segundo ocorreu no início da década de 1960, enquanto ele pilotava um avião-tanque KC-135.
Relato do Senador Ted Stevens: O senador descreveu um encontro pessoal de quando era piloto de caça na Segunda Guerra Mundial. Segundo ele: "Eu estava voando e havia um objeto ao meu lado. Não conseguia me livrar dele. Diminuí a velocidade, ele continuava lá. Acelerei, ele estava lá. Eu mergulhava, e ele permanecia lá. Chamei a base, mas não havia nada no radar."